SEGUNDA IGREJA PRESBITERIANA

SOBRE NOSSA IGREJA


Quem somos


SEGUNDA IGREJA PRESBITERIANA DE BH


A Segunda Igreja nasceu como uma Congregação Presbiteral, em 12 de janeiro de 1947, tendo por endereço a residência da Família Martins, situada à Rua Gonçalves Dias, nº 1596. A residência dos Martins, usada com sacrifício, já não comportava as reuniões e deixa de ser a sede da Congregação Presbiteral. No dia 11 de fevereiro de 1951, às 10:10, o Rev. Francisco Penha Alves e os Presbíteros Bernd W. Bartels (Lavras) e Oswaldo Sickert (Belo Horizonte), componentes da Comissão nomeada pelo Presbitério Oeste de Minas, consumaram o ato de organização da Igreja, à Rua dos Guajajaras, nº 1687, onde até hoje é sua sede.


SERVIÇOS LITÚRGICOS

DOMINGO
8h30 – Reunião de Oração.
9h – Escola Dominical.
10h e 19h – Culto de Adoração.

QUINTA-FEIRA
19h – Estudo Bíblico e Oração.

ENDEREÇO

Rua dos Guajajaras, 1687
Barro Preto
Belo Horizonte – MG
30180-101
+55 31 3309-8428


NOSSA VISÃO

Vós sois o sal da terra. Ora, se o sal se tornar insosso, com que o salgaremos? Para nada mais serve, senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens.

Não dá para dizer, em poucas linhas, tudo o que essa advertência do Senhor Jesus significa para a visão missionária da Segunda Igreja. Mas, podemos apresentar doze objetivos que o Espírito nos incita a buscar:

1. Uma vivência da fé marcada pela moderação e o equilíbrio, onde razão e emoção se completam e se limitam.

2. Uma leitura da Bíblia enriquecida pelas contribuições filosóficas, históricas e científicas (sociológicas, antropológicas etc).

3. Uma teologia que se firme na Graça de Deus como seu ponto crucial, esforçando-se por elucidar as conseqüências disso na vida prática dos fiéis.

4. Uma postura ecumênica em relação às outras confissões cristãs e de abertura para o diálogo com outras religiões.

5. Uma prédica progressista, que se faça profética ante as injustiças sociais e que prepare os cristãos a viverem de modo responsável sua cidadania.

6. Uma prédica existencial, que discuta as questões relevantes do ser humano contemporâneo, oferecendo uma alternativa de vida equilibrada e sustentada pela esperança.

7. Uma ética baseada no amor, na liberdade e na misericórdia – crítica tanto da ética puritana legalista, quanto da permissividade egoísta – aliada ao reconhecimento de nossa limitação para julgar a vida devocional e a fé de quem quer que seja.

8. Uma comunidade de fé que se esforce em constituir relações terapêuticas, solidárias, personalizadas e tolerantes.

9. Um sistema de governo democrático-conciliar, onde a participação de todo membro seja garantida mediante eleições livres de qualquer restrição imposta “a priori”, como gênero, raça e outras.

10. A preservação de elementos de nossas tradições reformada e evangélica, aliada ao esforço por renovar a expressão de culto, mediante a assimilação crítica das transformações da cultura.

11. Uma atitude dialógica em relação a todos os valores produzidos pelos diferentes contextos culturais.

12. Uma atividade pastoral não autoritária, não paternalista, que seja parteira do ser humano responsável, sujeito de sua própria história, o qual habita em todo indivíduo.


PASTORES, LICENCIADOS E SEMINARISTAS

JORGE EDUARDO DINIZ

PASTOR TITULAR

Estudou no Seminário Teológico Evangélico do Brasil, no Seminário Batista do Estado de Minas Gerais, Integralização e Pós graduação na Faculdade Unida de Vitória, assumiu o primeiro pastorado em 1999, Jorge Eduardo Diniz, 40 anos, nasceu em Contagem, ao lado de Belo Horizonte. Ele é casado com Edna Rosane Silva Diniz e é pai de Mateus Augusto e Ana Clara. Professor de Introdução à Filosofia no Colégio Presbiteriano de Belo Horizonte e palestrante sobre relacionamentos nas turmas das ETED’s – JOCUM/BH, com graduação em Teologia e pós graduação em Ciências da Religião, o reverendo Jorge veio para a IPU após um longo caminho trilhado na CBN – Convenção Batista Nacional, na AIR – Aliança das Igrejas Para a Restauração trabalhando com pastoreio de pastores e na Igreja Presbiteriana Missional. Acredita que a igreja local é um instrumento divino de transformação da sociedade e que a Segunda Igreja é uma alternativa de vivência de uma espiritualidade saudável diante de tantas atrocidades no mundo religioso.

MÁRCIO MOREIRA

PASTOR EMÉRITO

O Reverendo Márcio Moreira é bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano de Campinas, bacharel em Filosofia e Pedagogia pela Faculdade Dom Bosco (São João Del Rey) e bacharel em Psicologia pela Fumec-BH. Foi pastor em várias igrejas do interior de Minas Gerais, obreiro fraterno junto à Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal entre os anos de 1989 e 1993, e pastor da Igreja Presbiteriana de Indaiatuba (SP). Pastoreou a Segunda Igreja de 1969 a 1988, retornando em 1997. Atualmente, é pastor emérito da Igreja. O reverendo Márcio Moreira é membro fundador do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC), do CONIC-MG (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs) e do CEBI-MG (Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos). Também se destaca como cantor, tendo lançado em 89 o disco “Fé e Cultura”.

FELIPE CAVALCANTE DA COSTA

LICENCIADO

Estudou na Faculdade de Teologia Evangélica de BH - atual Centro Metodista Izabela Hendrix, extensão em Teologia do Plantio de Igrejas na Faculdade Teológica Sul Americana e História pela Universidade Federal de Viçosa. Casado com Flávia desde 2004, pai de Lucas (que nasceu em 2017), foi licenciado ao Ministério da Palavra e dos Sacramentos pelo Presbitério Erasmo Braga em Março de 2017. Atualmente atua na assessoria à juventude presbiteriana.

LUCAS FACCIO

SEMINARISTA

Casado com Débora desde 2017, seminarista e mestrando em Teologia. Tem se dedicado ao cuidado e ensino dos adolescentes da Segunda Igreja.

Raíssa Brasil

Seminarista

Formada em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, foi eleita vice-presidente para a América Latina da Comunhão Mundial de Igrejas Reformadas – CMIR. Solicitou no ano de 2017 ao Conselho de Presbíteros da Segunda Igreja ser apresentada ao Presbitério Erasmo Braga como seminarista da igreja.


BREVE HISTÓRIA

Os presbiterianos têm origem na Reforma do século XVI, quando Martinho Lutero, em Wittemberg, liderou um movimento de crítica à Igreja Romana da época. O protestantismo chegou à Suíça e lá contou com a adesão do francês João Calvino, que daria um notável suporte teológico à Reforma com a publicação de sua obra “Instituições da Religião Cristã”, conhecida como “Institutas”. As idéias calvinistas se espalharam pela Europa e na Escócia foram associadas ao sistema de governo presbiteriano que adotamos hoje.

Embora algumas tentativas tenham sido feitas anteriormente, a missão de implantar o presbiterianismo no Brasil que vingou foi a iniciada por Ashbel Green Simonton, em 12 de agosto de 1859, no Rio de Janeiro.

O nome de nossa comunidade faz referência ao fato de que foi a segunda igreja presbiteriana a ser fundada em Belo Horizonte. Desde o início, parece que nossa igreja trouxe a marca de uma comunidade crítica e em busca de atualização. O grupo que fundou a Segunda Igreja, liderado pelo presbítero Francisco Martins, buscava um ambiente onde pudesse discutir livremente temas que à época eram tabus, como a educação sexual para jovens.

Quando veio o Golpe Militar de 1964, a Segunda Igreja era liderada por um pastor comprometido com as causas sociais e o movimento ecumênico. Perseguido pela liderança regional, o Reverendo Lemuel Cunha do Nascimento foi apoiado pelo Conselho da Segunda Igreja, o que provocou uma crise que levou ao auto-exílio do pastor e à exclusão da comunidade pelo Presbitério (organismo regional), em 1969. Desde 1970, o Reverendo Lemuel tem sido pastor nos Estados Unidos, como ministro da Presbyterian Church USA e está, atualmente, jubilado, residindo em Sun City, Arizona.

Esses anos de “Inquisição sem Fogueiras” foram marcados pela perseguição de diversas outras comunidades, presbitérios e pastores, os quais se reuniram em Atibaia, em 1978, para fundar a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU).

Em consonância com os ideais da IPU, a Segunda Igreja busca “uma nova forma de ser igreja”, de maneira fiel aos ideais da Reforma, mas também ecumênica, atualizada e comprometida com a justiça social.