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É o pecado universal?

O pecado é a não aceitação, em pensamentos, palavras e atos, da Lei Moral de Deus – em última análise, é a não aceitação do próprio Deus, d’Aquele que, em Sua santidade absoluta, nos questiona pelo simples fato de nos vermos em confronto com Ele mesmo. As Escrituras revelam (contam aquilo que estava oculto, que não era possível conhecer sem nos ser contado) que não há ser humano que não peque ou que não tenha pecado: “…pois não há homem que não peque” (I Rs 8.46); “Todos se desviaram, igualmente se corromperam; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer.” (Sl 14.3); “…ninguém é justo diante de Ti” (Sl 143.2); “…todos pecaram e estão privados da glória de Deus” (Rm 3.23); “se afirmarmos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a verdade não está em nós” (I Jo 1.10).

É necessário que este fato nos seja revelado porque insistimos sermos vítimas das circunstâncias, não termos tido escolhas melhores, nossa honra pessoal exigia…É necessário que seja revelado a nós que estamos longe do padrão de santidade proposto por Deus na criação do mundo. É necessário ser revelado que pessoas boas, a quem admiramos, pessoas magníficas, em quem nos espelhamos e que nos inspiram, são tão pecadoras quanto nós mesmos. É necessário ser revelado que as atitudes boas, e mesmo as excepcionais, são algumas em meio a muitas más atitudes, maus pensamentos, desejos de vingança, invejas, cobiças, amargura, ressentimento, ausência de perdão.

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